Prefeitura baixou limite para 40 km/h perto de escola, multas multiplicaram por 10 e nada mudou na velocidade.

Prefeitura baixou limite para 40 km/h perto de escola, multas multiplicaram por 10 e nada mudou na velocidade. Segurança real ou caça-níquel?

Eu, Alessandro Turci, sempre me interesso por questões urbanas que afetam o dia a dia das pessoas, como essa história recente na Rua Heitor Penteado, em São Paulo.

A mudança no limite de velocidade ali começou como uma iniciativa experimental, a pedido de uma escola estadual próxima.

Em fevereiro de 2025, o limite caiu de 50 km/h para 40 km/h, visando aumentar a segurança para pedestres e alunos.

Mas o resultado? As multas flagradas pelo radar explodiram, passando de cerca de 700 em janeiro para até 8.000 por mês nos seguintes.

Isso transformou o equipamento no segundo que mais multou na capital entre janeiro e julho de 2025.

A prefeitura, via CET, avaliou os dados e, em agosto, voltou ao limite original de 50 km/h.

Agora, estudam alternativas para controlar excessos sem tanto impacto nas multas.

Essa origem reflete um teste comum em políticas de trânsito: ajustar velocidades para priorizar vidas, mas lidar com reações dos motoristas.

Limites de velocidade são regras estabelecidas para regular o fluxo veicular, baseadas em fatores como tipo de via, densidade populacional e riscos.

No Brasil, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) define velocidades máximas, como 30 km/h em áreas escolares para proteger crianças.

Definição simples: é o teto de velocidade permitido, medido por radares, para evitar acidentes graves.

Na Heitor Penteado, uma via movimentada em Pinheiros, zona oeste de SP, o ajuste visava exatamente isso.

Aplicar limites assim envolve estudos de engenharia de tráfego, sinalização clara e fiscalização eletrônica.

Na prática, radares como o da Heitor Penteado usam tecnologia Doppler para detectar velocidades a distância.

Em áreas urbanas, aplicam-se reduções perto de escolas, hospitais ou cruzamentos perigosos.

No caso em questão, a aplicação experimental durou seis meses, mas não reduziu velocidades médias dos motoristas, só aumentou autuações.

Isso mostra como a aplicação precisa equilibrar educação e enforcement.

A importância desses limites é vital: velocidades mais baixas salvam vidas.

Estudos da OMS mostram que a cada 1 km/h reduzido na média, acidentes fatais caem até 5%.

Em áreas escolares, como na Heitor Penteado, o risco de atropelamentos é alto, especialmente com crianças imprevisíveis.

No Brasil, excesso de velocidade causa milhares de mortes anuais – em 2024, foram mais de 30 mil óbitos no trânsito.

Reduzir para 40 km/h pode cortar pela metade o risco de fatalidades em colisões.

Importante também para pedestres: em SP, 40% das vítimas são a pé.

Curiosidade: em São Paulo, há mais de 1.000 radares ativos, e um deles aplicou 300 multas por dia em 2025.

Outro fato: tolerância nos radares é de 7 km/h para limites até 100 km/h, evitando erros de medição.

Na Heitor Penteado, muitos motoristas freavam só ao ver o radar, mas a tecnologia capta antes.

Interessante: cidades como Ribeirão Preto usam IA em radares, reduzindo acidentes em 30%.

Relacionando ao tema, pense no pensador Jane Jacobs, em sua obra "Morte e Vida de Grandes Cidades Americanas", que defende ruas seguras para pedestres, priorizando mobilidade humana sobre carros velozes.

Isso se aplica direto: vias como a Heitor Penteado precisam de design que incentive lentidão natural.

No cinema, o filme "Velocidade Máxima" mostra os perigos da alta velocidade em contextos urbanos, fictício, mas alerta para consequências reais.

Já na série "Top Gear Brasil", episódios discutem limites e performance, misturando adrenalina com alertas de segurança.

Fato histórico: a OMS, em relatórios como "Gestão da Velocidade", enfatiza que limites baixos em zonas povoadas salvam milhões globalmente.

Dica prática: use apps como Waze para alertas de radares e limites – ajuda a manter velocidade constante.

Ao dirigir em áreas escolares, reduza para 30-40 km/h sempre, mesmo sem sinal: observe crianças e cruze devagar.

Planeje rotas evitando horários de pico escolar, e verifique multas no site da CET para recorrer se injustas.

Lembre-se: este trabalho sobrevive através do seu apoio. Clique no banner laranja (Shopee) – cada clique até abrir o app, independente de compra, é fundamental para essa parceria.

Outra dica: instale limitadores de velocidade no carro se você tende a acelerar involuntariamente.

Importante: eduque passageiros sobre segurança, como usar cinto sempre.

Na Heitor Penteado, motoristas poderiam aderir a campanhas locais de conscientização.

Curiosidade extra: em SP, 75% das multas vêm de radares eletrônicos, mostrando sua eficiência.

Mas o excesso persiste: em 2025, multas totais superaram 10 milhões na capital.

Relacionando, o pensador Enrique Peñalosa, ex-prefeito de Bogotá, promoveu limites baixos para humanizar cidades – ideia aplicável a SP.

No filme "Rush - No Limite da Emoção", a rivalidade em corridas destaca riscos da velocidade descontrolada.

Na série "The Grand Tour", aventuras automotivas lembram que fora de pistas, limites salvam.

Fato: no Brasil, Plano Nacional de Redução de Mortes no Trânsito visa cortar 50% das fatalidades até 2030, focando velocidades.

Dica: pratique direção defensiva – antecipe ações de pedestres em vias como Heitor Penteado.

Verifique sinalização: placas claras evitam surpresas.

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Na conclusão, reflito sobre esse tema nos dias atuais no Brasil, usando minha filosofia SHD: Analisar, Pesquisar, Questionar e Concluir.

Analisando: mudanças como na Heitor Penteado revelam tensão entre segurança e conveniência.

Pesquisando: dados mostram que limites baixos reduzem mortes, mas precisam de adesão.

Questionando: por que motoristas ignoram riscos perto de escolas? Falta educação ou sinalização?

Concluindo: no Brasil de 2026, com cidades crescendo, priorizar velocidades seguras é essencial para um trânsito humano.

Ao dedicar tempo a essa leitura, você aprendeu que limites de velocidade não são só regras chatas, mas ferramentas simples para proteger vidas, especialmente em áreas escolares, e que testes como o de SP ensinam a equilibrar fiscalização com conscientização.

E você, como equilibra velocidade e segurança no seu dia a dia no trânsito?
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